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Introdução: O tratamento do parceiro sexual da gestante com sífilis é de suma importância, pois a falta de deste pode invalidar todas as medidas de controle instituídas durante o cuidado pré-natal. Os principais fatores de risco para sífilis gestacional são a falta de informação/conhecimento das pacientes, o início tardio ou inexistente do acompanhamento pré-natal, teste para sífilis não realizado ou realizado tardiamente nas gestantes e a falta de adesão do parceiro sexual ao tratamento. Objetivo: Descrever a ocorrência do tratamento do parceiro sexual da gestante acometida pela sífilis no período gestacional, notificadas no SINAN nos anos de 2011 – 2016 no Município do Rio de Janeiro. Materiais e Método: Estudo epidemiológico com transversal de base populacional. Dados extraídos do TABNET Municipal de casos de Sífilis em Gestante e parceiro tratado no município do RJ, por áreas programáticas, notificados nos anos de 2011-2016. Resultados: Parceiros foram tratados concomitantemente com a gestante nas AP’s 5.2 (46%), 5.1 (44%) e 5.3 (43%), AP 3.3(24%). AP’s 2.2 (36%) e 5.3 (35%) foram mais frequentes onde os parceiros não foram tratados respectivamente. Parceiros com relato de tratamento ignorado ou em branco correspondem em maiores evidencias nas AP’s 3.3 (52%) e 1.0 (49%), impactando na qualidade dos registros dos dados. Conclusões: A associação observada entre a realização de exame para sífilis no parceiro e a positividade do VDRL reforça a importância da abordagem do parceiro sexual e seu tratamento para controle do agravo.
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Distribuição do tratamento do parceiro da gestante acometida pela sífilis no Município do RJ, 2011-2016
Dr en medicina, Dr. C. Pedagógicas Pedro Pablo Quintero Paredes (PUPBA) (2018-04-17)
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