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Introdução: o uso de escores de alerta precoce passou a ser aplicado em pacientes hospitalizados em unidades não críticas para gerenciamento e mitigação de riscos de deterioração clínica e acionamento do Time de Resposta Rápida (TRR). Objetivo: avaliar a acurácia de um escore de alerta precoce (MEWS) e um MEWS-adaptado, utilizado nas unidades de internação de clínica médica cirúrgica de um hospital terciário. Métodos. Análise retrospectiva de 100 pacientes, caso-controle. As bases de dados com sinais vitais foram analisadas comparando o escore MEWS com o escore de alerta precoce MEWS-adaptado pelo hospital. Resultados. Os dados demográficos apresentam as unidades de clínica médica-cirúrgica com mediana da idade 66 anos (54.0-80.8), prevalência de 54% de intercorrências no sexo feminino. As doenças de base como Diabetes Mellitus (DM) em 26% dos casos; neoplasia 8%; Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) 6% e doença renal crônica 2% são as principais comorbidades associadas as transferências para UTI ou Semi-intensiva. Dos sinais vitais, o nível de consciência, foi o único parâmetro isolado de maior importância clínica no grupo avaliado. Os modelos testados apresentaram bom desempenho e adequação semelhantes conforme os parâmetros calculados. Conclusão. Os modelos testados do escore MEWS e MEWS- adaptado demonstraram boa acurácia nas simulações com diferentes pontos de corte para acionamento do TRR e podem ser utilizados na prática clínica.